O PROFESSOR 4.0: DESENVOLVENDO COMPETÊNCIAS DOCENTES PARA A ERA DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
- João Batista Soares da Costa Junior

- 13 de mar.
- 11 min de leitura
João Batista Soares da Costa Junior
Jarllys Salgado Silva
Monica da Silva Vasconcelos
Jacineide Virgínia Borges Oliveira da Silva Santana
Leidiane Reis do Nascimento Peclat
Rafaela Menezes Garcia
Jéssica Pimentel Montimór
RESUMO
A transformação digital da educação superior, impulsionada pela disseminação de sistemas de inteligência artificial, redefine fundamentalmente o papel docente, exigindo competências que transcendem o domínio técnico. Diferentemente de cenários de simples substituição tecnológica, a IA ressignifica a profissão docente ao tornar obsoletas certas práticas tradicionais e demandar novas formas de atuação pedagógica. No contexto brasileiro, fica evidente uma lacuna significativa entre a formação inicial de docentes e as demandas reais de uma sala de aula mediada por tecnologia, criando urgência na investigação das formas como instituições de educação superior estão estruturando o desenvolvimento profissional docente para essa transição. Estudantes sem o conhecimento necessário para compreender limitações de sistemas de IA generativa utilizam essas ferramentas sem capacidade de revisão qualificada, comprometendo sua própria formação e permitindo que erros algorítmicos não sejam percebidos. Este trabalho objetiva mapear as competências essenciais que um professor do ensino superior brasileiro precisa desenvolver para integrar inteligência artificial em suas práticas, identificar as barreiras institucionais e pessoais à essa integração e propor uma estrutura viável de desenvolvimento profissional docente contextualizado para a realidade brasileira. A metodologia adotada foi a revisão sistemática de literatura nas bases Scopus, Web of Science, SciELO e Google Scholar, entre outras, complementada por análise de dados secundários de pesquisas institucionais, relatórios de organismos internacionais e documentos de universidades brasileiras. A análise articulou três camadas de competências essenciais: a técnica (letramento em IA), a pedagógica (reformulação de sequências didáticas e estratégias de avaliação) e a humanística (empatia, mentoria, desenvolvimento ético). Os resultados indicam que menos de 10% das universidades brasileiras possuem políticas explícitas de integração de IA, que as barreiras são primariamente estruturais em vez de pessoais e que modelos bem-sucedidos de desenvolvimento profissional privilegiam aprendizagem colaborativa entre pares. A contribuição do trabalho reside em caracterizar o "Professor 4.0" como aquele que integra as três dimensões de competência de forma inseparável, oferecendo um diagnóstico do cenário brasileiro, propondo um modelo realista e viável às condições de trabalho docente nas instituições públicas e privadas do país.
Palavras-chave: Desenvolvimento Profissional Docente; Letramento em IA; Ensino Superior Brasileiro
1 INTRODUÇÃO
O impacto da transformação digital, advinda da quarta revolução industrial, na educação superior, impulsionada pela disseminação de sistemas de inteligência artificial generativa, redefine fundamentalmente o papel docente. Os sistemas de Inteligência Artificial (IA) ressignificaram de forma profunda as competências pedagógicas, exigindo desenvolvimento integrado que transcende o domínio técnico. Este contexto não representa ameaça existencial à profissão, mas exige competências que instituições de educação superior brasileiras precisam estruturar urgentemente.
A formação inicial de docentes no Brasil não contempla adequadamente preparação para integração de tecnologias emergentes. Como veremos no trabalho, pesquisas recentes demonstram que desenvolvimento de competências para IA não se limita ao letramento técnico, mas integra dimensões pedagógicas e humanísticas. A comunidade acadêmica brasileira enfrenta uma temerária lacuna onde docentes carecem de letramento em IA, enquanto estudantes esperam integração tecnológica em seu processo formativo. No ensino jurídico, essa questão se torna significativamente relevante, pois profissionais utilizarão sistemas de IA em pesquisa jurisprudencial e plataformas diversas, demandando formação que transcenda o uso técnico para pensamento crítico.
Na realidade fática, muitos estudantes sem o conhecimento técnico necessário para compreender limitações de sistemas de IA utilizam-se dessas ferramentas sem capacidade de revisão qualificada, comprometendo sua própria formação. Da mesma forma, quando docentes igualmente carecem de letramento em IA, erros crassos originários de alucinações algorítmicas, vieses de dados ou funcionamento inadequado das ferramentas não são percebidos nem corrigidos. Tal cenário, onde falta supervisão qualificada, amplifica riscos pedagógicos, pois estudantes replicam ou geram informações incorretas e desenvolvem argumentações fundamentadas em análises desconexas da realidade, consolidando compreensões deficientes e completamente vazias de conteúdo. A responsabilidade institucional de garantir que ferramentas de IA sejam utilizadas criticamente, e não de forma acrítica, repousa fundamentalmente na competência docente.
A literatura sobre desenvolvimento docente para IA origina-se primariamente em contextos europeus e norte-americanos, com limitada adaptação às realidades institucionais brasileiras. Não existem estudos sistemáticos mapeando o nível de conhecimento e adoção de IA entre docentes brasileiros, as barreiras concretas enfrentadas, ou modelos viáveis de desenvolvimento profissional em nossa realidade. Essa ausência prejudica gestores educacionais e docentes que buscam integrar IA sem orientação fundamentada ou apoio institucional adequado.
Este trabalho objetiva mapear as competências essenciais que docentes de educação superior brasileira precisam desenvolver para integrar inteligência artificial em suas práticas pedagógicas, identificar barreiras institucionais e pessoais, e propor uma estrutura viável de desenvolvimento profissional docente contextualizado para a realidade brasileira.
2 MATERIAL E MÉTODOS
Esta pesquisa consiste em revisão sistemática de literatura sobre competências docentes para integração de inteligência artificial na educação superior brasileira, complementada por análise de dados sobre adoção de IA em instituições de educação superior. A busca bibliográfica foi realizada nas bases de dados científicas: Scopus, Web of Science, SciELO e Google Scholar, utilizando descritores em português e inglês: "competências docentes IA", "teacher competencies artificial intelligence", "desenvolvimento profissional docente", "AI literacy educators", "inteligência artificial educação superior Brasil". O período de coleta abrangeu publicações de 2020 a 2025, selecionando estudos que abordem formação docente, adoção de IA em educação superior e impacto pedagógico de tecnologias emergentes. Foram incluídos artigos em periódicos científicos, relatórios de organismos internacionais (UNESCO, OCDE) e teses de mestrado/doutorado sobre o tema.
Complementarmente, foram analisados dados secundários de pesquisas institucionais sobre adoção de tecnologias em universidades brasileiras, incluindo relatórios de associações como ABMES (Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior), ANDES-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior) e levantamentos de organizações como o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Notícias e documentos institucionais disponibilizados publicamente sobre políticas de desenvolvimento docente e formação continuada em universidades públicas e privadas brasileiras, acessíveis através dos sites institucionais e repositórios digitais das universidades, também fizeram parte do arcabouço necessário ao presente trabalho.
A análise dos dados foi realizada através de análise temática de conteúdo, categorizando os achados conforme as três dimensões de competência: técnica (letramento em IA), pedagógica (reestruturação de práticas docentes) e humanística (dimensões éticas e relacionais). Os resultados de diferentes fontes foram comparados e sintetizados, identificando convergências, divergências e lacunas no conhecimento. A discussão dos achados foi fundamentada em confrontação com literatura científica atualizada, possibilitando compreensão crítica sobre estado atual de desenvolvimento docente para IA no contexto brasileiro.
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
A análise da literatura indica que adoção de inteligência artificial em educação superior apresenta cenário heterogêneo, correlacionado aos recursos financeiros disponíveis. Instituições privadas de grande porte relatam experiências mais estruturadas com ferramentas como ChatGPT e tutoria adaptativa, enquanto universidades públicas enfrentam limitações significativas de acesso e formação docente (ABMES, 2024). As pesquisas estudadas revelam um índice muito abaixo do esperado das universidades brasileiras possuem políticas explícitas de integração de IA, menor que 10%, conforme matéria divulgada através da TV Cultura, demonstrando que sua adoção permanece fragmentada. Sendo resultado de iniciativas isoladas e individuais de docentes. Essa disparidade replica desigualdades já presentes no sistema educacional, gerando risco de formação deficiente quanto ao pensamento crítico necessário sobre os paradigmas e éticas da IA.
3.1 Letramento em IA versus competências pedagógicas
Existe distinção fundamental entre capacidade de usar ferramentas de IA versus capacidade de pensar criticamente sobre IA. Docentes frequentemente implementam IA sem redesenho pedagógico correspondente, utilizando-a como substituto para aulas expositivas em vez de integrá-la pedagogicamente (Wu, 2025). Holmes e Tuomi (2022) identificaram que "AI literacy" em educadores deve incluir compreensão de vieses algorítmicos, limitações de sistemas e impactos éticos. Formações oferecidas por instituições brasileiras frequentemente abordam apenas dimensão técnica, deixando enorme lacuna quando trata sobre desenvolvimento de competências pedagógicas. Particularmente preocupante é que docentes sem formação adequada utilizam resultados sugeridos por IA’s generativas sem a devida revisão qualificada, perpetuando erros algorítmicos para estudantes. (UNESCO, 2024)
3.2 As três dimensões de competência docente
3.2.1 Dimensão Técnica: Letramento em IA
O Letramento em IA para docentes significa compreensão funcional de como sistemas operam, seus limites técnicos e riscos. De acordo com a UNESCO (2024) fica evidente que educadores precisam avaliar criticamente ferramentas em relação a objetivos pedagógicos específicos. Formações brasileiras frequentemente focam em "como usar" ferramentas em vez de "como compreender" princípios fundamentais. Tal lacuna é crítica pois docentes raramente recebem formação ou informações robustas sobre como dados enviesados, mal programados ou inseridos de forma contestável, geram sistemas que replicam discriminações, simulações ou “alucinações” como são amplamente conhecidos, sendo especialmente crítico quando se trata da educação jurídica.
3.2.2 Dimensão Pedagógica: Redesign de Práticas Docentes
Para a efetivação da integração significativa de IA, é necessário um redesenho intencional de sequências didáticas e estratégias de avaliação. Holmes et al. (2022) demonstram que o impacto pedagógico positivo ocorre quando IA personaliza experiências de aprendizagem, liberando tempo docente para orientação individualizada e mentoria direcionada. A literatura pesquisada indica que os sistemas de IA potencializam aprendizagem quando utilizada para análise de desempenho estudantil e personalização de ritmo de aprendizagem. Porém, o grande risco emerge quando utilizam a IA intencionalmente para substituir pensamento crítico original (humano) por automatismo. Estratégias avaliativas também precisam ser redesenhadas para medir aprendizagem real em vez de reprodução de conteúdo que máquinas podem gerar.
3.2.3 Dimensão Humanística: Capacidades que IA não possui
A utilização de IA pode personalizar conteúdo e analisar dados, mas não pode desenvolver empatia, reconhecer singularidade ou oferecer mentoria ética. Zawacki-Richter et al. (2020) advertem sobre o risco de desumanização quando há substituição do docente por modelos de IA. Por melhores que sejam as fermentas capazes de auxiliar o aprendizado, não é possível a substituição completa do docente pela ausência da visão humanística inerente à docência. Dados de universidades bem-sucedidas indicam que o principal diferencial está no compromisso institucional de garantir que a automatização libere tempo docente para atividades humanísticas. No ensino jurídico, competências humanísticas ganham relevância significativa pois lida cotidianamente com vidas e direitos, muitas vezes inalienáveis, onde o operador do Direito que domina pesquisa jurisprudencial e outras ferramentas mediadas por IA, não pode carecer de pensamento ético crítico.
3.3 Especificidades do ensino jurídico
Os sistemas de IA para análise jurisprudencial, processual, criação de petições com doutrinas, apresentação de direitos e cálculos (Sampaio, 2025) já são realidade no mercado profissional jurídico. Docentes precisam preparar estudantes não apenas para utilizar essas ferramentas, mas para pensá-las criticamente, entendendo suas dimensões e, principalmente, qual é impacto de vieses algorítmicos em suas análises e sugestões. Por um segundo ponto de vista, o ensino jurídico tradicional, fundamentado em argumentação e interpretação, encontra oportunidade de fortalecimento, pois se IA’s generativas realizam pesquisas, “montam” petições e realizam cálculos, docentes podem desenvolver o pensamento crítico e análise de impactos sociais das leis, entre outras possibilidades intelectuais para transmitir aos alunos. O maior risco identificado é que a formação jurídica não se reposicione, formando operadores dependentes de ferramentas sem pensamento autônomo.
3.4 Barreiras à integração efetiva
A análise dos materiais utilizados na presente pesquisa revela que barreiras não são primariamente técnicas, mas estruturais e institucionais. (ANDES-SN, 2025) Docentes enfrentam diariamente dificuldades em relação a falta de tempo liberado para formação continuada, insuficiência de recursos tecnológicos, ausência de políticas institucionais explícitas e preocupações quanto a impactos em autoria e originalidade. Por outro lado, nas instituições em que os docentes melhor integram a IA, encontramos ambientes onde recebem apoio institucional explícito, acesso a formação continuada sistemática e espaço para experimentação, além da utilização de modelos de desenvolvimento profissional continuado, que funciona e privilegia aprendizagem colaborativa entre pares e comunidades de prática.
3.5 Contribuição e limitações
Esta revisão oferece uma síntese atualizada sobre competências docentes para IA, particularmente útil ao integrar uma perspectiva brasileira com literatura internacional, caracterizando as três dimensões de competência propostas como inseparáveis, refutando reducionismos que focam apenas em letramento técnico. As principais Limitações incluem: dependência de fontes disponibilizadas publicamente, escassez de estudos brasileiros sistematizados e ausência de estudos longitudinais sobre impacto em resultados de aprendizagem estudantil.
3.6 O Professor 4.0
O "Professor 4.0" não é aquele que domina ferramentas de IA de forma acrítica ou que substitui pedagogia pelo algoritmo, mas sim um educador que desenvolve capacidade de integrar inteligência artificial de forma reflexiva através de três dimensões inseparáveis de competência. Tecnicamente, sua formação deve proporcionar a compreensão de como sistemas de IA funcionam, reconhecendo potencialidades, limitações e vieses algorítmicos. Pedagogicamente, seu papel será de reestruturar suas práticas docentes de forma intencional para que, utilizando a IA, amplie a capacidade de personalização, aprofundamento e acesso ao conhecimento, sem comprometer seu pensamento crítico ou substituir aprendizagem genuína por automatismo. Humanisticamente, terá que fortalecer e preservar dimensões que máquinas não possuem, tais como, empatia, reconhecimento da singularidade de cada estudante, orientação ética fundamentada e mentoria profissional. (Wu, 2025) Através desta caracterização teremos bases para refutar possíveis reducionismos, que focam apenas em letramento técnico, reconhecendo que a integração efetiva de IA exige simultaneidade o desenvolvimento pleno nas três dimensões.
4 CONCLUSÃO
A transformação digital da educação superior brasileira demanda ressignificação profunda das competências docentes, a fim de incentivar a prática e implementação das três dimensões aqui trabalhadas: a técnica (compreensão funcional de sistemas de IA), a pedagógica (redesenho de sequências didáticas) e a humanística (preservação de capacidades relacionais). A pesquisa demonstrou que menos de 10% das universidades brasileiras participantes possuem políticas estruturadas de integração de IA revelando que a transformação que atualmente estamos enfrentado permanece fragmentada. (Jornalismo TV Cultura, 2025) As barreiras identificadas são primariamente estruturais, sugerindo responsabilidade principalmente institucional.
Com isso, através de uma perspectiva particularmente crítica, é possível identificar que há a possibilidade real de docentes sem uma formação adequada utilizarem outputs de IA sem revisão qualificada, possibilitando perpetuar erros para estudantes. No ensino jurídico, demanda-se que formação prepare estudantes não apenas para usar IA em pesquisa estudantil, mas para pensá-la criticamente. O "Professor 4.0" emerge como educador que integra IA de forma reflexiva mantendo centralidade da pessoa-estudante, implementando modelos que privilegiam aprendizagem colaborativa entre pares e comunidades de prática.
A presente pesquisa utilizou fontes secundárias disponibilizadas publicamente pois há escassez de estudos brasileiros sistematizados sobre o tema, limitando uma análise de impacto mais amplo, porém, com um direcionamento prático mais palpável.
Nossa proposta, por ser um resumo expandido, possui a recomendação e expectativa para a realização futura de uma investigação empírica sobre impacto de políticas de desenvolvimento docente em aprendizado estudantil através de estudos longitudinais, com mapeamento de lacunas de competências docentes em universidades brasileiras, tanto públicas quanto privadas, o que permitirá a construção de sugestões de políticas aplicáveis e contextualizadas. A investigação específica sobre a necessária preparação de docentes de Direito constitui lacuna importante, que poderá ser melhor contextualizada e estruturada. Estudos comparativos entre instituições bem-sucedidas podem subsidiar políticas públicas de educação superior no Brasil.
REFERÊNCIAS
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